segunda-feira, 19 de abril de 2010

Heitor Villa-Lobos/ Por Gabriel Saruhashi, 7B, no11


















Retrato de Villa-Lobos















Heitor Villa-Lobos nasceu no dia 05/03/1887, no Rio de Janeiro, foi considerado um revolucionário, pois foi o principal responsável pela descoberta de um novo tipo de música na acadêmica no Brasil, utilizando uma linguagem brasileira em suas músicas.



Villa-Lobos fez várias expedições pelo interior do país, dessas viagens ele trouxe muita coisa anotada, mas trouxe também a vivência no Brasil. Villa-Lobos absorveu maio conhecimento musical do Norte e do Nordeste. O Sul, o decepcionou um pouco, devido à maior influência européia.




Sendo considerado a pessoa que mais se elevou na música do Modernismo no Brasil, compondo obras que enobrecem o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.
Villa-Lobos recebeu muitos prêmios e homenagens ao decorrer de sua vida, podemos perceber isso só de ouvir falar do shopping Villa-Lobos e do Parque Villa-Lobos.



Sua obra mai popular foi a "Ária", das "Bachianas Brasileiras nº5. O"Trenzinho Caipira", das "Bachianas Brasileiras nº2" está em segundo lugar. Nessa obra, pode-se perceber as influências que Villa-Lobos teve em suas viagens pelo interior do Brasil.
Villa-Lobos é consideardo o músico da Semana de Arte Moderna, para a ele a Semana não teve uma grande importância simbólica, ele nem sequer escolheu uma de suas obras mais significativas.







Villa-Lobos compondo uma música










Suas composições principais podem ser divididas em:












-Bachianas Brasileiras





-Choros





-Quartetos de cordas





-Cirandas





-Sinfonias





-Serestas (música para canto)





-Sonatas





-Trios










-Poemas sinfônicos





-Peças para piano





-Concertos para piano e Orquestra





-5 Óperas





-Balés
Curiosidades:
Villa-Lobos se inspirou a fazer os Choros no seu passado quando era um "chorão"
Villa-Lobos nunca foi um compositor organizado que senta na escrivaninha e toda vez que erra apagava com a borracha, ele compunha durante o banho, dentro de um ônibus, ou num parque barulhento. Não tinha regras e sempre recusou fazer revisões em suas peças. Gostava mesmo era de seus rascunhos feitos em guardanapos de papel. Deles saiam suas partituras finais.






































Villa-Lobos tocando seu piano

















Biografia:








Heitor Villa-Lobos nasceu no dia 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro. Em 1889, seu pai morre, então escreve Os Sedutores, cançoneta, a pedido da mãe para realizar uma festinha em família.




Aos 16 anos, Villa-Lobos foge para morar com sua tia e começa a frequentar os chorões, os melhores representates da música popular do Rio de Janeiro.





Em 1905, faz sua primeira viagem ao Nordeste. Recolhe temas e canções folclóricas.





Em 1907, vai para o Rio de Janeiro para estudar música. Faz uma viagem ao Sul do país;





Em 1908, faz um livro inspirado em suas viagens: Cânticos Sertanejos e viaja pelo Oeste do país.





Em 1912, vai para o Rio e escreve as óperas: Aglaia e Elisa que são mais tardes misturadas e formam uma ópera só: Izath





Em 1915, faz sua primeira audição pública de suas obras, num teatro no estado do Rio de Janeiro.





Em 1917, compõe os bailados Amazonas e Uirapuru, primeiros marcos de seu estilo "definitivo".





Em 1920, compõe o Choro nº1, primeiro dos 12 Choros compostos de sua vida além do Introdução aos Choros e do Choros Bis que não foram numerados.




Em 1922, participa da Semana de Arte Moderna.





Em 1923, Villa-Lobos faz sua primeira viagem à Europa, se estabelecendo em Paris.





Em 1924, faz seu primeiro concerto em Paris. No mesmo ano, retorna ao Rio de Janeiro.





Em 1926, apresenta os e Seresta. Além disso vai a Buenos Aires, onde realiza três concertos.



Villa-Lobos jogando sinuca











Em 1930, volta ao Brasil convidado a fazer concertos em São Paulo. Elabora também um plano de educação musical. Composição das Bachianas Brasileiras números 1 e 2





Em 1931, ocorre uma concentração orfeônica na capital paulista, a que Villa-Lobos deu o nome de Exortação Cívica. É criada no Rio de Janeiro, até então Distrito Federal, a lei que obriga o ensino de Educação Musical e Artística. Villa-Lobos é escolhido como supervisor e diretor do ensino da Educação Musical e Artística no Brasil.





Em 1945, Villa-Lobos cria a Academia Brasileira de Música..





Em 1946, recebe o Prêmio de Música.





Em 1948, tem que fazer uma cirurgia, pois estava com câncer.





De 1949/59, reinicia suas tournêes.





Em 1957, São Paulo promove a semana Villa-Lobos e o compositor recebe o título de Cidadão Paulistano.





Em 1959, produz seu último concerto. Dia 17 de Novembro, Villa-Lobos falece, devido a doença (câncer) que o levou a fazer a cirurgia em 1948.








Em 1961, o prefeito de Nova York, proclama o dia 5 de março como o dia Villa-Lobos.



















Busto de Villa-Lobos ao lado do Teatro Municipal do Rio de Janeiro




Letras de Músicas:




Trenzinho Caipira














Composição:Heitor Villa-Lobos















Lá vai o trem com o menino














Lá vai a vida a rodar














Lá vai ciranda e destino














Cidade e noite a girar














Lá vai o trem sem destino














Pro dia novo encontrar














Correndo vai pela terra














Vai pela serra














Vai pelo mar














Cantando pela serra o luar














Correndo entre as estrelas a voar














No ar, no ar...







































































Bachianas Brasileiras No. 5 - Ária (Cantilena)
Composição: Heitor Villa Lobos




























Tarde uma nuvem rósea lenta e transparente.














Sobre o espaço, sonhadora e bela!














Surge no infinito a lua docemente,














Enfeitando a tarde, qual meiga donzela














Que se apresta e a linda sonhadoramente,














Em anseios d'alma para ficar bela














Grita ao céu e a terra toda a Natureza!














Cala a passarada aos seus tristes queixumes














E reflete o mar toda a Sua riqueza...














Suave a luz da lua desperta agora














A cruel saudade que ri e chora!














Tarde uma nuvem rósea lenta e transparente














Sobre o espaço, sonhadora e bela!




















"Villa Lobos- Uma Introdução"-Luiz Paulo Horta- Jorge Zahar Editora








"O Pensamento Vivo de Heitor Villa-Lobos"- Coleção Pensamento Vivo- Editora Martin Claret

sexta-feira, 19 de março de 2010

Celso Orsini Ardengh n° 7 7b

MÚSICAS





CHORA CABOCLINHO







A saudade quando pega dói
Não tem dó de coração
Faz o caboclinho chorar,
Chorar, chorar, chorar, chorar
Dor pior do que de amor não tem
Quem sentiu levanta a mão
Essa gosta de penar, penar, penar, penar, penar
A saudade chega for, ui!
O amor chega chicote ai! Ai!
Quem tá dentro não tá joia
Ta no abraço da jibóia
Esperneia mas não sai
Isso coça feito urtiga, ui!Pinga brava na ferida, ai, ai!
Faz o caboclinho chorar
Chorar, chorar, chorar, chorar
Quando a mulher diz que não gosta mais
Outra vez eu vou dizer
Faz o caboclinho chorar
Chorar, chorar, chorar, chorar
Mas tem home que é canseira, vige!
Faz de conta que não vê
Esse gosta de penar, penar, penar, penar, penar.






A DANÇA A GUERREIRA NORDESTINA

Das verdes matas de outrora
Por entre ruas avança
Formado por dois cordões
No vigor febril da dança
OS CABOCLINHOS ligeironos traz do índio a lembrança.

Herança dos tabajaras
Tupis e tupinambás
Numa dança vigorosa
Encantadora demais
"Ligeiros que só a gota"
Ao som dos caracaxás.

E da preaca batendo
Fazendo a marcação
Os cabeçotes de pena
De aves como pavão Multicores, enfeitadas
Reluzindo sedução.

Sua coreografia é bastante variada
Aldeia, cipó, toré,
Baiano e emboscada
traidor, passo de guerra
de pés em pés recriada.







INSTRUMENTOS MUSICAIS


A orquestra é formada pelos seguintes instrumentos: gaita ou flautim (de taquara, também chamado inúbia), caracaxás ou mineiros, tarol e surdo. As músicas são de origem indígena .


A chamada gaita de caboclinho é da categoria dos aerofones. É um tipo de flauta com aeroduto, pequena fenda que leva o ar ao encontro de um gume, o qual faz o ar entrar em vibração dentro do corpo da flauta. A gaita era inicialmente feita de taboca (madeira oca), mas passou a ser feita de cano de alumínio, de cobre ou de PVC.






A gaita é o instrumento que se destaca no Caboclinho.E ela é original da região nordeste do Brasil.





O tarol e surdo – são do grupo dos membranofones – é um pequeno tambor que alguns grupos chamam de bombo, feito de cilindro metálico, percutidos diretamente sobre uma pele de animal, com uma baqueta de madeira e o “bacalhau” (galho de árvore).






Os caracaxás – também conhecidos como maracas-de-guerra, são dois idiofones de agitar ou chocalhos, feitos de latão, sempre utilizados um na mão esquerda outro na direita.

Caboclinho/ David de Barros Tadokoro no 9

Biografia: Caboclinho: um ritmo do folcolore

Caboclinho é uma dança baseada no folclore brasileiro de origem indígena. Sua música mesmo tendo origem indígena notamos traços orientais, mas diferente de todas as outras danças sem nenhuma influência européia.Também podemos concluir que caboclinho é um culto religioso que indica boa colheita ou caçada.Normalmente as fantasias utilizadas no caboclinho são tangas, cocar de penas de aves, além de alguns acessórios, como: pulseiras, braçadeiras em penas, colares de contas ou sementes, cabaças e arcos com flechas presas que quando puxadas produzem uma espécie de som que ajuda no ritmo, um estalido, chamado preaca.As tribos de Caboclinhos são compostas de: cacique, cacica, capitão, tenente, guia, contra-guia, peros ou indiozinhos, portas-estandartes, caboclinhos, caboclinhas, pajé, caçadores, princesas e curandeitro.Os instrumentos utilizados são: gaitas, caracaxás, tarol e surdo.
Fernão Cardim(1549-1625)
Na história de Fernão Cardim conta que em 1566 entrou na Companhia de Jesus, uma ordem religiosa na qual seus integrantes são chamados jesuítas, criada em 1534 em paris. E em 1583 foi ao Brsil no qual registrou-se a primeira aparição do Caboclinho.
Vocabulário:
1. Braçadeiras: argolas ou presilha de pulso
2. Cabaças: cuia, vasilha
3. Caracaxas: espécie de chocalho para reger o compasso
4. Tarol: tipo de tambor branco
5. Surdo: tambor com som grave
David Tadokoro,no 9, 7b

Caboclinho/ Pedro de Paula Corrêa no 24


HISTÓRICO - Uma das mais belas manifestações do carnaval pernambucano está na evolução das tribos de caboclinhos que passam, quase que em disparada pelas ruas do centro e subúrbio ao som de um pequeno conjunto, com seus estandartes esvoaçantes e a beleza de suas fantasias. Se no maracatu está toda a herança das nações de negros, no caboclinho vamos encontrar a presença do índio que, como primitivo dono da terra, mantém durante o carnaval as suas danças e lendas que contam a glória dos seus antepassados.
FORMAÇÃO - Caboclinhos, ou como na fala popular "cabocolinhos", é uma espécie de grupos de homens e mulheres, trajando vistosos cocares de penas de avestruz e pavão, com saias também de penas, trazendo adereços nos braços, tornozelos e colares, que desfilam em duas filas, abaixando-se e levantando-se com agilidade, ao mesmo tempo que rodopiam apoiando-se nas pontas dos pés e calcanhares.
:: TRIBOS DE CABOCLINHOS
Caboclinhos Canindés - fundada em 1897 Carijós - fundada em 1897
Taperaguases - fundada em 1916 Caboclo Tupy - fundada em 1933 Caboclinhos Tabajaras - fundada em 1956 Tapirapés - fundada em 1957

Caboclinho, Lucas Amil n18 7B

O caboclinho é uma dança indigina que se desenvolveu no nordeste ele pode ser chamado por duas coisas como: Caboclinho-lindo ou Caboclinho-paraguai O caboclinho é uma espese de dança guerreira, Tradicionalmente os Caboclinhos têm feito suas apresentações no Recife, em Olinda, Nazaré da Mata, Carpina, Tracunhaém, Camaragibe, São Lourenço, Paudalho e nos estados de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Os instumentos tocados pela orquestra são os seguintes: gaita (tambem chamada de inúbia) caracaxás que é um tipo de arco e flesha. Musicalmente, mantém forte ligação com os cultos de origem indígenas e é possível reconhecer elementos orientais (indu, chinês, árabe, ameríndio, incaico), sem nenhuma referência européia, presente na maioria dos outros folguedos.


Grande enciclopédia


http://www.wikipedia.com.br/

segunda-feira, 15 de março de 2010

Caboclinho/ Gabriel Saruhashi nº11 7B















Caboclinho é uma dança de origem indígena que se desenvolveu no nordeste, talvez ela seja a dança mais antiga do Brasil, pois seu primeiro registro foi em 1584, pelo Padre Fernão Cardim no seu livro "Tratado e Terra da Gente do Brasil".

A dança representa as colheitas, caçadas e batalhas. A música é leve e ligeira e é acompanhada pelos ruídos agudos que são produzidos pelos dançarinos com seus arcos e flechas.
As coreografias são muito ricas e exigem desenvoltura e excelente forma física.

As figuras da dança são:Cacique, Índia-Chefe, Capitão, Tenente, Perós(meninos e meninas), Porta-Estandarte, Caboclos de Baque(músicos), Caboclos e Caboclas.



Caboclo ( perceba o arco e a flecha)


-Recife;
-Olinda;
-Nazaré da Mata;
-Carpina;
-Tracunhaém;
-Camaragibe;
-São Lourenço;
-Paudalho;
-Nos estados de Alagoas;
-Paraíba;
-Rio Grande do Norte







Caboclo




História
Os caboclinhos historicamente têm relação com o culto da Jurema.

A Jurema é uma árvore nativa do Brasil, de caule tortuoso, cujas folhas, raízes e casca servem para uso medicinal e para o preparo de uma bebida que, nos cultos afros, integra o ritual da Jurema Sagrada.

Os componentes de um grupo de caboclinhos que vivência a religiosidade não desfilam no carnaval sem antes tomar a bebida de Jurema.

Inicialmente os integrantes de caboclinhos eram apenas homens, que durante o carnaval passavam de três a quatro dias fora de casa.


Vestimentos:
A indumentária é composta por atacas (de pé e mão), saiotes e tangas, e confeccionada com penas (ema, avestruz, pavão e outras aves), lantejoulas, contas, búzios, espelhos, vidrilhos, cordas e sementes. Os adereços de cabeça são bastante diversificados: cocares, capacetes, cabeleiras, diademas, girassóis e leques, decorados com penas e lantejoulas, colares de contas e sementes no pescoço e pequenas cabaças na cintura. Apresentam-se descalços.

As fantasias eram confeccionadas com fibras de agave (sisal), penas de peru e de pato. Depois começaram a usar penas de pavão, de ema e plumas, exibindo um visual mais rico.

Alguns materiais tradicionais ainda são utilizados atualmente nas fantasias e nos instrumentos, principalmente o cipó, a madeira de jenipapo e o bambu.
Apresentação de caboclinhos

Curiosidades:

Caboclo no Nordeste significa a mistura de índio com branco e caboclinhos são os filhos dos caboclos.

Hoje em dia os Caboclinhos vão às ruas principalmente no período carnavalesco onde tem que se adaptar às regras da Liga Carnavalesca que nem sempre respeita as tradições do brinquedo, incluindo personagens ou exigências alheias à brincadeira.
Ocorre todo o ano na época de Carnaval.