quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bienal de São Paulo (Contatos e Obra do Acervo)/Por:Gabriel Saruhashi




Foto do Pavilhão onde é realizada a Bienal














Pequena Introdução: A Bienal de São Paulo é uma instituição que propõe exposições de artes em grandes proporções que ocorre a cada 2 anos como o próprio nome diz.

O evento simboliza as tendências da arte e muitas vezes revela artistas desconhecidos para o cenário artístico. Sendo que é um dos três principais eventos internacionais.

Geralmente ocorrendo no Pavilhão Ciccillo Matarazzo do Parque do Ibirapuera, muitas vezes


chamado de Prédio da Bienal por ser o edifício que sedia esse evento.










Cartaz que será utilizado na 29ªBienal

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Endereço

Fundação Bienal de São Paulo
Parque Ibirapuera
• Portão 3
• Pavilhão Ciccillo Matarazzo04094-000
• São Paulo-SP
• Brasil







Obra escolhida do acervo:



Esta obra se chama Ninhos de Hélio Oiticica é feita de madeira, juta, colchões e lâmpadas. Com dimensões 366x640x548 cm, participa da coleção :César e Cláudio Oiticica.






Eu achei esta obra muito interessante, pois desde a primeira vez que a vi, percebi que parecia uma colméia humana como o próprio nome diz Ninhos.




Por trás de cada uma dessas curtinas têm camas muito confortáveis com várias almofadas dentro, sendo que o espaço de cada cama é limitada por tecido.






Quando eu vi pela primeira vez esta obra pensei ser somente uma obra excêntrica, mas ao refletir um pouco vi que ela tinha uma mensagem a ser passada para quem apreciava esta obra e acredito que a mensagem principal dela é a seguinte: Por que o homem não pode viver sendo uma sociedade igualitária?






Esta é a pergunta que acredito ser a que está sendo transmitida e me faz pensar que é verdadeira. Por que o homem não pode viver em um quarto suficientemente bom para dormir e dividir com todos, assim não existiria essa grande desigualdade social, que alguns vivem em mansões de 3 andares, e algumas pessoas que dormem na rua.








Um pouco sobre Hélio Oiticica:


Hélio Oiticica foi um pintor, escultor, artista plástico. Foi ele que criou a proposta de apreciação sensorial mais ampla de obras.
É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo

Em 1959, fundou o Grupo Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann.

Na década de 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, uma escultura móvel e os Penetráveis, "instalações" em forma de labirinto no qual o espectador entra e, nele, passa por experiências sensoriais. Não é uma obra de arte para ser apenas observada, sua proposta é ser vivenciada. Também criou os bólides, caixas (de madeira vidro plástico e cimento; e também sacos de pano e plástico).
Em 1966, é fundado o Centro de Artes Hélio Oiticica, pela Secretaria Municipal de Cultura
No dia 22 de março de 1980, sofreu um acidente vascular cerebral, vindo a falecer, no Rio de Janeiro.
Curiosidade:
Foi sua obra "Tropicália" que deu o nome ao movimento artístico de ruptura cultural chamado de tropicalismo





Hélio Oiticica confeccionando um parangolé




Cartazes já utilizados nas Bienais








domingo, 29 de agosto de 2010

Texto de Cordel/ Grupo 6

Deu a louca na floresta


Então
Como um rio
Inesperadamente
A cabeça da vítima caiu


Ouvintes curiosos
Vocês devem escutar
A razão da minha morte
Que eu hei de contar


Na manhã de Natal
A floresta se agita
O ocorrido imprevisto
Um polvo suicida


Será que é verdade?
Mera ilusão
O detetive sabe a verdade a conclusão
Alguém desanimado assassinou a pobre coração


Falconi, o detetive estava no caso
Procurados os suspeitos
Mas sem coordenação
Policiais entram no caso sem comparação


Onde vou procurar?
Refletia o detetive
Rostos dos suspeitos na mão
Olhar para o vão


De repente abaixo do carvalho
Um castor venho a aparecer
Sorriso maroto no rosto
Olhar sincero como o amnhacer


O detetive arrasado
Reconheceu o animal
Rosto impresso na folha
Não pode ser brutal


Era só um animalzinho
Como um bicho de pelúcia
Não podia ser suspeito
Nem digno de respeito


Porém o detetive reconheceu
Não podia ser o amador
Deveria levá-lo consigo
Para o interrogador


O Castor compreendeu
Suas patas ergueu
Mãos amarradas
Rosto espichado


Ao chegar na delegacia
O detetive percebeu
Com a ajuda da polícia
Os suspeitos prendeu


Um era Espelhanator
Outro Ubaldo o pobre lenhador
E o último, Caster o Castor
Juntos formavam um trio lutador


Falconi voou
Para perto de Caster
E perguntou
Se o matou


Caster corou
Envergonhado
Chorou
Como um pato


Descubriram que era um caco
Que na sua pata
Infiltrou-se
Como um rato


Falconi perguntou
O mesmo a Ubaldo
Mas Ubaldo falou
Que a ele não o matou


Para Falconi então
Com ardor
Só lhe restou
O puro Espelhanator


A garganta de Espelhanator
Parecia roca
Mas a realidade
É que não tinha boca


Olhando para Caster
Espelhanator refletiu
A verdade que por trás de Caster
Ele omitiu

Caster era o culpado
o verdadeiro assassino
que não era esperado
Caster fugiu sem esperar


Na floresta irradiava
A verdade que se espalhou
Mas todo mundo procurava
Por Caster o Castor
ILUSTRAÇÕES DE CORDEL:
Ilustração de Cordel : Gabriel Saruhashi, 11, 7B

Ilustração do cordel/por Pedro de Paula Corrêa nº24

Lucas Amil/No18/ 7B

Ariano Vilar Sussana nasceu em João Pessoa no dia 16 de junho de 1927. Ele é um Dramaturgo Romancista e Poeta Brasileiro. Ariano Sussana foi o autor dos celébres o auto da compadecida e a pedra do reino.
Em 2002 Ariano Sussana foi tema do enredo do império serrano, no carnaval carioca. Em 2006 foi concedido titulo de Doutor Honoris Causa pela universidade federal do ceara, mas que veio a ser entregue apenas em 10 de junho de 2010, as vesparas de fazer 83 anos, que competaria dia 16 de junho de 2010. Em 2008, foi novamente tema do enredo, desta vaz da escola de samba Mancha Verde do carnaval Paulista.
Ignácio de Loyola Lopes Brandão/Por Pedro de Paula Corrêa nº24


Ignácio de Loyola Lopes Brandão nasceu em Araraquara, no dia 31 de julho de 1936, dia de Santo Ignácio de Loyola. Ele era filho de Antônio de Maria Brandão e de Maria do Rosário Lopes Brandão. Ele tinha ao todo quatro irmãos: Luiz Gonzaga, Francisco de Assis, José Maria e João Bosco.

Em 1944, cursou o primeiro ano na escola D. Cristina Machado. No ano seguinte transferiu-se para uma escola onde teve aula com a professora D. Lourdes de Carvalho. Seu pai, que chegou a publicar histórias em jornais locais e que conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes.Fascinado por dicionários, chegou a trocar com seus colegas de classe palavras por bolinhas de gude e figurinhas. Bem mais tarde, esse fato se transformaria no conto "O menino que vendia palavras", primeiro a ser publicado pelo autor.

Em 1946, passa a estudar no Colégio Progresso de Araraquara. Participa de concurso de desenho patrocinado pelo Consulado da França com o tema "Como você vê a Paris libertada", sendo presentiado com os livros "Pinóquio" e "O barba azul".

Em 1948 ingressa no Colégio Estadual e Escola Normal Bento de Abreu, hoje Escola Estadual Bento de Abreu. Nesse período escreve seu primeiro romance num caderno, com o título de "Dias de Glória", policial cuja ação se passa em Veneza.

Em 1955, iniciou o seu curso científico.

O primeiro texto de Ignácio chamado "Rodolfo Valentino" virou um filme e foi criticado por alguns jornais.

Com o tempo começa a escrever reportagens, críticas de cinema e entrevistas em um diáriode Araraquara chamado "O imparcial". Nele aprende a arte da tipografia, lidando com composição com linotipo, clichê em zinco e paginação em chumbo. Em 1955 inaugura a primeira coluna social da cidade.

Se apaixona pelo cinema e participa, em 1953, das filmagens de "Aurora de uma cidade", semidocumentário dirigido por Wallace Leal. No ano seguinte funda o Clube de Cinema de Araraquara.

Concluído o curso científico, em 1956, muda-se para São Paulo e vai trabalhar no jornal Última Hora, tendo ali permanecido por nove anos.

Em 1961, participa como figurante de O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, baseado em peça homônima de Dias Gomes, vencedor no Festival de Cannes em 1962.

No ano seguinte parte para a Itália, onde pretendia trabalhar como roteirista em Cinecittà. Enquanto vivia por lá, mandava reportagens para a Ultima Hora, fazia sinopses de roteiros e fazia coberturas — como a da morte do Papa João XXIII — para a TV Excelsior.

Na sua volta ao Brasil, começa a escrever o romance "Os imigrantes", com seu amigo José Celso Martinez Correa.

Em 1995, lança seu primeiro livro chamado "Depois do Sol".

No ano seguinte começa a trabalhar na revista Cláudia, como redator, chegando a redator chefe dois anos depois.

Em 1968, ocorre o lançamento de "Bebel que a cidade comeu", seu primeiro romance. O livro é adaptado para o cinema e recebe o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de "Melhor Roteiro Cinematográfico". Ainda nesse ano, o escritor recebe o Prêmio Especial do I Concurso Nacional de Contos do Paraná por "Pega ele, Silêncio", publicado posteriormente em "Os melhores contos do Brasil".

Neste mesmo ano, a mãe de Ignácio falece aos 60 anos.

Baseado em seu conto "Ascensão ao mundo de Annuska", publicado em "Depois do sol", Francisco Ramalho filma "Anuska, manequim e mulher", em 1969.

No ano seguinte, casa-se com uma psico´loga chamada Maria Beatriz Braga.

Em 1972, é contratado para editar a versão brasileira de "Planeta", a primeira revista esotérica do Brasil, em 1972.

Neste mesmo ano, nasce seu primeiro filho.

Em 1974, escreve um romance chamado "A inauguração da morte".

Em 1975, após o lançamento de "Zero" no Brasil, Ignácio participa de inúmeros encontros com seus leitores, debatendo sua obra e a situação do país.

Em julho de 1976 "Zero" recebe o prêmio de "Melhor Ficção", concedido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Em novembro o livro é censurado pelo Ministério da Justiça e sua venda é proibida.

Em 1978, participou do júri do Prêmio Casa de Las Américas.

Em 1981, escreve o romance "Não verás país nenhum".

em 1985, participou das Jornadas Literárias na cidade de Passo Fundo.

Em 1988, lança o volume de contos e crônicas "A rua de nomes no ar". No ano seguinte, "Manifesto verde", que havia sido publicado em 1985 como brinde do Círculo do Livro.

Em 1993, começa a escrever uma crônica no caderno "Cidades" de "O Estado de São Paulo".

No mesmo ano seu pai falece aos 88 anos.

Afligido por fortes tonturas, descobre existir um aneurisma cerebral. Submete-se, em maio de 1996, a uma bem-sucedida cirurgia, que dura onze horas.

Em 15 de abril de 1997,inaugura, no Instituto Moreira Salles de São Paulo, a série "O escritor por ele mesmo".

Em 2000, recebe o Prêmio Jabuti de "Melhor Livro de Contos" por "O homem que odiava a segunda-feira".
Alguns de seus livros foram traduzidos em outras línguas como : alemão, coreano, espanhol, húngaro, inglês e italiano.

Ilustrção de Cordel/ Por David n9 7b

Acima Tacochuu (polvo assassinado, ler cordel) com a misteriosa pessoa que o matou

sábado, 28 de agosto de 2010

Arthur luiz Piza/Por:Celso Orsini Ardengh/7B/Nº7




Arthur Luiz Piza nasceu em 1928 em São Paulo,Nos ano 40 ele estudou pintura com Antonio Gomide.Ele estudou xilogravura com Friedlaender ,em Paris, apartir de 1953, depois disoo começou a fazer aquarela e colagens.Fazendo isoo ele participou inumeras vezes da Bienal em São Paulo com muitas premiações.

Na frança ele participou 4 anos da Bienal em Paris(Salão de Maio).E em 1966 ele marcou presença na Bienal de Veneza.
Foram inumeras suas participações em salões e coletivas nacional e internacional, ele expos muitas obras individuais pelo mundo: Nova York, Paris etc.
'...Todo o instrumento convém a esta agressão: buril, goiva, prego, martelo... Minha experiência pessoal dá preferência a toda sorte de goivas manejadas a martelo. Cada golpe de goiva é definitivo como o som de um instrumento." Diz Arthur Luiz Piza demonstrando poeticamento do que é composto seu complexo trabalho.

Entre o ano 1998 e 99 Arthur apelou por expor suas obras no instituto Morrera sales em São Paulo , porém já em 2002 a pinacoteca organizou uma retrospectiva e a editora Cosec Naify lançou um catalogo sobre os seus relevos(Piza) desde 1958 que foi exposta no Rio de Janeiro(galeria).e em 2008 ele expõe suas obras no gabinete que o representa desde 1973 (individualmente "a exposição").

Aqui seguem algumas de suas exposições individuais:


2008

Meu Tatu. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.


2006
Tramas. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.
Banco Real, ABN AMRO, São Paulo, Brasil.
Centro Cultural Instituto Moreira Salles, Belo Horizonte, Brasil.
Centro Cultural Instituto Moreira Salles, Poços de Caldas, Brasil.

Algumas seguem alguams de suas exposições coletivas(não individuais):


2010

Grandes formatos, grandes artistas. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.

2009

Edições Limitadas de Mondrian e Piza. Gabinete de Arte Raquel Arnaud. São Paulo, Brasil.


Curiosidade: Arthur luiz Piza Está vivo até hoje.

Legenda :Imagem da esquerda Arthur Luiz Piza hoje em dia.
Imagem da direita pintura de Arthur feita com tecnica de xilogravura numa placa de madeira.

Fonte(s):http://www.raquelarnaud.com/artistas_main.asp?artistaId=6