sábado, 28 de agosto de 2010

Arthur luiz Piza/Por:Celso Orsini Ardengh/7B/Nº7




Arthur Luiz Piza nasceu em 1928 em São Paulo,Nos ano 40 ele estudou pintura com Antonio Gomide.Ele estudou xilogravura com Friedlaender ,em Paris, apartir de 1953, depois disoo começou a fazer aquarela e colagens.Fazendo isoo ele participou inumeras vezes da Bienal em São Paulo com muitas premiações.

Na frança ele participou 4 anos da Bienal em Paris(Salão de Maio).E em 1966 ele marcou presença na Bienal de Veneza.
Foram inumeras suas participações em salões e coletivas nacional e internacional, ele expos muitas obras individuais pelo mundo: Nova York, Paris etc.
'...Todo o instrumento convém a esta agressão: buril, goiva, prego, martelo... Minha experiência pessoal dá preferência a toda sorte de goivas manejadas a martelo. Cada golpe de goiva é definitivo como o som de um instrumento." Diz Arthur Luiz Piza demonstrando poeticamento do que é composto seu complexo trabalho.

Entre o ano 1998 e 99 Arthur apelou por expor suas obras no instituto Morrera sales em São Paulo , porém já em 2002 a pinacoteca organizou uma retrospectiva e a editora Cosec Naify lançou um catalogo sobre os seus relevos(Piza) desde 1958 que foi exposta no Rio de Janeiro(galeria).e em 2008 ele expõe suas obras no gabinete que o representa desde 1973 (individualmente "a exposição").

Aqui seguem algumas de suas exposições individuais:


2008

Meu Tatu. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.


2006
Tramas. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.
Banco Real, ABN AMRO, São Paulo, Brasil.
Centro Cultural Instituto Moreira Salles, Belo Horizonte, Brasil.
Centro Cultural Instituto Moreira Salles, Poços de Caldas, Brasil.

Algumas seguem alguams de suas exposições coletivas(não individuais):


2010

Grandes formatos, grandes artistas. Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil.

2009

Edições Limitadas de Mondrian e Piza. Gabinete de Arte Raquel Arnaud. São Paulo, Brasil.


Curiosidade: Arthur luiz Piza Está vivo até hoje.

Legenda :Imagem da esquerda Arthur Luiz Piza hoje em dia.
Imagem da direita pintura de Arthur feita com tecnica de xilogravura numa placa de madeira.

Fonte(s):http://www.raquelarnaud.com/artistas_main.asp?artistaId=6

Definição e Histórico: Xilogravura - David n9 7b













Definição:
Xilogravura e um tipo de tecnica de impressão de origem chinesa na qual utiliza a madeira como base, carimbo para tranmitir o entalhado feito ba madeira para um papel ou outro receptor.

A técnica baseia-se em entalhar o desnho na madeira para "gravar" em diferente relevos com instrumentos cortantes aprofundando como desejado. Então para colorí-lautilizamos de uma borracha embebecida em tinta e as passa em determinados pontos desejados para colorí-los apenas nas partes relevadas. Então serm perder o excesso a pressionando essa matriz contra o papel ou tecido especializado. Detalhe os entalhos devem ser feitos e forma inversa a sua posição original pois deste modo ao imprimí-las as figuras voltavam ao seu sentido, do contrário a figura sairia de modo invertido.

Histórico:

A xilogravura e uma tecnica milenar conhecida desde do século VI de origem chinesa. Acredita-se que ela atingiu a Euriopa desde a Idade Média através do comércio das cidades italianas devido ao seu monopólio exclusivo das mercadorias da Africa e da Asia, tendo assim cambiod de costumes, um deles a xilogravura. Já o transplante para a aAmérica foi através da colonizaçãodos portugueses. Hoje a xilogravura ainda e uma técnica muito bem explorada pois dispõe de variados recurso para sua confecção, tais como: o buril, as goivas (lÂminas utilizadas para o entalho), rolos especializados paar a introdução da tinta na matriz...

Curiosidades:



A xilogravura por se ter sido inventada numa época pouco desenvolvida há muitas limitações, tais como: a incapacidade de utilizar duas vezes matriz descartando a possibilidade de realizar a cópias, e o trabalho de confeccionar a matriz de modo invertido.










Exemplos:













-Ilustrção da xilogravura Feita em tabua.
















-Goivas.
Bibliografias:

domingo, 15 de agosto de 2010

Atividade 5:Ilustração do texto de cordel/Por Celso Orsini Ardengh/7B/07




Na imagem normal(segunda imagem) :Delegacia a esquerda e caro da policia a direita.
Na imagem invertida(terceira imagem) :Delegacia a direita e carro da policia a esquerda.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Definição e Histórico:Literatura de Cordel/Por:Gabriel Saruhashi 7B nº11





Cangaceiro Lampião




Definição: Literatura de Cordel é uma espécie de poesia popular, que era no começo oral e depois começou a ser impresso em folhetos, que são impressos em papel barato, e nas capas aparecem as xilogravuras (gravuras entalhadas em madeira).

As estrofes mais utilizadas pelos cordelistas são as de dez, oito e seis versos. Os cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e de ritmo certo, acompanhados de instrumentos, como a viola. Eles também podem recitar os poemas em forma de leitura muito entusiasmadas e animadas oara chamar a atenção de compradores de seus cordéis.

No Brasil, a o cordel é feito, sobretudo, no Nordestem em especial em Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Os córdeis costumavam ser vendidos em mercados e feiras pelos autores, porém, atualmente eles são vendidos em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e apresentações de cordelistas.

Os cordéis servem como meio de espalhar o folclore brasileiro e estimular os hábitos de leitura, lutando contra o analfabetismo.

Os temas dos córdeis são bastantes diversificados: podem ser episódios históricos, lendas e temas religiosos, façanhas do cangaceiro Lampião são os assusntos mais utilizados.

Antigamente, a literatura de cordel era discriminada por ser vendida em lugares públicos como feiras, ruas e botequins e também por usar uma linguagem simples, coloquial, próxima da fala dos sertanejos.





Xilogravura- capa de um cordel






Histórico: Nas feiras da Idade Média, que ocorriam uma vez na semana, se encontravam uma grande multidão e ali os camponeses vendiam suas mercadorias, comerciantes vendiam seus produtos e artistam se apresentavam para as pessoas. Dentre esse grupo de artistas, haviam dois que eram mais admirados pela multidão: o trovador e o menestral. Os trovadores paravam num canto da praça e, acompanhados por um alaúde (um parente antigo dos violões e violas que conhecemos hoje), começavam a contar histórias de todo tipo: de aventuras, romance de paixões e lendas de reis valentes, como o Rei Carlos Magno e seus doze cavaleiros.





Para guardar tantas histórias na cabeça, os trovadores passaram a contar suas histórias em versos. Dessa forma as rimas iam ajudando o artista a se lembrar dos versos seguintes, até chegar o fim da história.


Venda de cordéis publicamente pendurados em cordões


Assim podemos perceber traços da literatura de cordel.









O nome do cordel vem da venda de folhetos em portugal, que eram pendurados em cordões. Inicialmente, o assunto do cordel podia ser ligado as peças de teatro.





Na colonização, os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil.







Venda de Cordéis em prateleiras, provavelmente feita em livrarias
Bibliografia:








http://culturanordestina.blogspot.com/





http://www.wikipedia.com.br/





http://www.cordelon.hpg.ig.com.br/





Livro- A pedra do Meio-Dia ou Artur e Isadora Literatura de Cordel
Braúlio Tavares- Editora 34

sábado, 5 de junho de 2010

O Modernismo/ Lucas Amil/ No 18/ 7B

O modernismo é o movimento que renova as artes e letras Brasileiras, deu-se inicio ao modernismo na semana de arte moderna em 1922.
Uma das pinturas famosas do modernismo é o Abaporu, pintado por Tarsila do Amaral em 1925.

Observe a imagem acima, como ela é diferente, como as dimensões são desequilibradas.


Em 1912 Oswald de Andrade voltou de uma viagem à Europa na qual teve contato com o futurismo, que é um movimento artistico lancado por Marinetti.



Este quadro abaixo é um dos quadros futuristicos de Marinetti.


Em 1913, Lasar Segall fez uma exposicão em São Paulo tida como a primeira mostra de arte moderna no Brasil.

Em 1917, Anita Malfatti, voltou da Europa e dos Estados Unidos, quando teve sua primeira exposicão individual, recebida com simpatia pelo crítico Nestor Rangel Pestana.

O texto abaixo mostra uma parte de uma poesia de Menotti del Picchia, um dos modernistas. Observe que a poesia não tem rimas como antigamente.

E por que deixou na areia do Congo a aldeia de palmas;

E por que seus idolos negros não fazem mais feiticos;

E por que o homem branco o enganou com missangas e atulhou o porão do navio negreiro com seu desespero covarde.

Após a semana de arte moderna a maneira de fazer arte ficou diferente de que era antes. As pinturas não eram mais como retratos e não era tão detalhista e a poesia não ligava tanto para as rimas.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Di Cavalcanti/por Celso Ardengh/7B/07

Foto de Emiliano Di Cavalcanti



Paquetá ( ilha onde Di Cavalcanti foi preso pela segunda e sem cumprir pena foi lobertado por amogos em 1936)


Emiliano Di Cavalcanti nasceu em 6 de setembro de 1897 no Rio de Janeiro,na casa de José do Patrocínio,que era casado com uma das tias de Cavalcanti.
Após a morte de seu pai em 1914 , Di Cavalcanti começou a fazer ilustraçoes para a revista Fon-Fon. Antes dos anos 20 ele estava estudando na faculdade de direito. Dois anos depois da morte de seu pai ele foi para a faculdade de direito do largo de São Francisco.Porém ele nunca deixou de fazer ilustraçoes e além disso ele começou a pintar.Ele começou a ir no atelier do impressionista George Fischer Elpons e depois ele virou amigo de Mario de Andrade e Oswald de Andrade.
Em 1921 ele se casou com Maria,filha de um primo-irmão de seu pai.Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 (ano da semana de arte moderna) ele deu a ideia e organizou a semana de arte moderna no teatro municipal de São Paulo,criando para essa semana peças promocionais do evento como catálogo e programa.
Ele faz sua primeira viagem para a Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925 onde frequentava a Academia Ranson. Ele colocou em exposição seus trabalhos em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterda e Paris.Lá ele conheceu artistas e "intelectuais" como :Picasso, Léger, Matisse, Eric Satie,Jean Coceteau entre outos.
Voltou ao brasil em 1926 e tornou-se um membro do partido comunista .Porém não para de ilustrar. Vai de novo a Paris e faz paineis de decoração para o teatro João Caetano no rio de janeiro(local onde seria apresentado o teatro).
Em 1932 ele com: Flavio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, fizeram o clube dos artistas modernos. neste mesmo ano foi preso durante a revolução Paulista.Quando foi libertado se casou com a pintora Noêmia Mourão.
Di cavalcanti foi pela terceira vez para a França em 1938 ele trabalha na rádio Difussion Française nas emissões Paris Mondial. Viaja para Recife e Lisboa onde expoe no salão "o século", ao voltar para sua terra natal foi preso pela sua terceira vez. Em 1936 se escondeu na ilha de paquetá e é preso com sua mulher. Foi libertado por amigos e depois voltou para Paris onde permaneceu até 1940. E nós não podemos deixar de citar que em 1937 ele ganhou a medalha de ouro pois ele decorou o pavilhão da compania Franco Brasileira, na exposição de arte tecnica na França-Paris.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Mário de Andrade


Por Pedro de Paula Corrêa nº24 7B



Mário Raul de Morais Andrade nasceu em São Paulo, no dia 9 de Outubro de 1893 e morreu no dia 25 de Fevereiro de 1945. Ele foi muito importante, pois ele era considerado um dos criadores do modernismo no Brasil.

Ele vinha de uma rica e nobre família. Formou-se no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde se tornaria professor. Não demorou muito para ele começar a sua carreira com a literatura.

Em 1917, publicou seu primeiro livro com a ajuda de Mário Sobral, chamado: "Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema ".

Em 1921, Oswald de Andrade elogiou Mário de Andrade escrevendo um artigo para o "Jornal do Commercio" chamando Mário de "meu poeta futurista".

Mário de Andrade participou da Semana de Arte Moderna de 1922 onde conheceu vários artistas e escritores.

Em 1927, publicou o seu primeiro romance: "Amar, Verbo Intransitivo" que tinha como alvo principal as famílias paulistanas.

Também em 1927, escreveu "Clã do Jabuti" que mostrava a importância do folclore brasileiro.

Em 1928, publicou o romance "Macunaíma" que contava alguns mitos e lendas indígenas. Um fato interessante sobre Macunaíma era que, apesar dele ser considerado um herói ele tinha as todas características de um anti-herói.

Em 1928, ele criou "Ensaio Sobre a Música Brasileira" que influenciou alguns grandes compositores contemporâneos.

Como contista, algumas de suas obras mais importantes foram "Belazarte" e "Contos Novos".

Por algum tempo Mário de Andrade deu aula na Universidade do Distrito Federal e exerceu vários cargos públicos ligados à cultura. Ele participou de importantes revistas modernistas como: "Klaxon", "Estética" e "Terra Roxa e Outras Terras".

Em 14 de abril de 1936, quando era diretor municipal de Cultura, criou a Biblioteca Monteiro Lobato, na Rua General Jardim. Ela é considerada a mais antiga biblioteca infantil em funcionamento no Brasil.

Fontes:

Revista Veja São Paulo, edição do dia 2 de junho de 2010

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u429.jhtm